Quando cheguei a Madrid, há quase duas semanas, tudo o que eu tinha na mão eram duas malas gigantes e o endereço de um hotel. Não sabia onde ia morar, com quem e nem como começar a procurar.
Se você achava que difícil era encontrar um apartamento na Trindade (Florianópolis), tente fazer isso onde janelas parecem desnecessárias, onde desconhecem lâmpadas florescentes, amam viver no escuro, “quarto pequeno, porém aconchegante” é sinônimo de porão. Enfim, demorei, mas encontrei. E por sorte. Estava andando na rua e a plaquinha de “aquiler” pulou nos meus olhos.
Nos próximos meses vou dividir um apartamento com mais cinco estudantes estrangeiras: duas dos estados Unidos, uma da Guatelama, uma do México e uma da Itália. Livros de Cervantes, imitações do Velásquez e lustres de plástico cristal decoram o meu novo lar, tão cafona que se torna cool. Um apartamento típico europeu dentro do bairro mais madrileño da cidade. É pra esquecer definitivamente que existem turistas.

Essas duas semanas em Madrid foram muito importantes pra descobrir e vivenciar uma cidade longe da rota turística (acreditem: eu ainda não fui a nenhum ponto turístico). Observar o comportamento das pessoas, e ter mil e uma ideias do que postar aqui no blog.
A partir de agora eu me junto oficialmente a Letícia. Em outra cidade, em outro fuso horário, em outra língua. Mas agora no mesmo blog.
2 Response to Uno, dos, tres... vamos.
Adorei a decoração Aleixesca do apto. TAMBÉM QUERO UM BUSTO NO MEU QUARTO. É tudo que tenho a dizer.
nosotros brasileños exigimos atualizações constantes, dona ciça!
Postar um comentário